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Cefaleia em Salvas

Tudo sobre Cefaleia em Salvas

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2010 sem dor de cabeça para todos

By admin on 1 de janeiro de 2010

2010 sem dor de cabeça para todos

Para todos que sofrem com a cefaleia em salvas, um ano sem dor de cabeça para todos!

Dr Mario Peres

11 3285-55726

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BOTOX para cefaleia em salvas?

By admin on 27 de dezembro de 2009

BOTOX para cefaleia em salvas?

Pode a toxina botulínica tipo A, o famoso Botox, usado largamente para estética para diminuir rugas, ser utilizado no tratamento da cefaleia em salvas? Continue reading “BOTOX para cefaleia em salvas?”

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Como o médico diagnostica a cefaleia em salvas

By admin on 27 de novembro de 2009

Como o médico diagnostica a cefaleia em salvas

Diagnóstico da cefaleia em salvas

Como o médico faz o diagnóstico de cefaléia em salvas? Infelizmente os sofredores de cefaléia em salvas peregrinam anos e até décadas sem ter um diagnóstico correto. São diagnosticados como enxaqueca, neuralgia do trigêmeo, quando não são taxados de loucos…

A cefaléia em salvas é tão característica e distinta das outras dores de cabeça que o diagnóstico pode ser feito a partir das primeiras palavras do paciente. Em alguns casos, já se pode suspeitar só pelas características faciais, pois alguns deles apresentam o rosto marcado, cheio de rugas; é a chamada fácies “leonina”, e a pele tem aspecto de casca de laranja.

Apesar das características aparentes, o médico faz o diagnóstico de cefaléia em salvasbaseado nos seguintes critérios diagnósticos:

a) pelo menos cinco crises preenchendo critérios B a D ;

b) dor forte ou muito forte unilateral, orbitária, supra-orbitária e/ou temporal, durando de 15 minutos a 3 horas, se não tratada;

c) a cefaléia é acompanhada de pelo menos um dos seguintes itens:

1. hiperemia) conjuntival (olho vemelho) e/ou lacrimejamento ipsilaterais (do mesmo lado da dor);
2. congestão nasal e/ou rinorréia (coriza nasal) ipsilaterais;
3. edema palpebral (inchaço nos olhos) ipsilateral;
4. sudorese frontal e facial ipsilateral;
5. miose e/ou ptose (queda da pálpebra) ipsilateral;
6. sensação de inquietude ou agitação.

As crises têm freqüência variante de uma a cada dois dias a oito por dia, se não for atribuída a outro transtorno, ou seja, no caso de um tumor, aneurisma ou outra doença

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PIER – cefaleia em salvas

By admin on 27 de outubro de 2009

Gostaria de comunicar a todos que o capítulo de cefaleia em salvas que escrevo no PIER, uma espécie de livro eletrônico atualizado, que serve como referência para clínicos nos Estados Unidos, publicado pelo ACP, American College of Physicians, está sendo atualizado.

Quem se interessar em ler em inglês o capítulo peço que me solicite através deste post.

Grato,

Dr Mario Peres

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Cefaleia em Salvas e apneia do sono

By admin on 27 de setembro de 2009

Cefaleia em Salvas e apneia do sono

Existe uma associação importante entre cefaleia em salvas e apneia do sono, algumas crises que ocorrem de noite podem estar ligadas a síndrome da apneia obstrutiva do sono. Há relatos de até 85% dos pacientes de cefaleia em salvas terem algum grau de apneia do sono.

Torna-se importante pesquisar no paciente de cefaleia em salvas esta síndrome, especialmente em pacientes que estão acima do peso, que roncam `a noite, e apresentam sonolência diurna.

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Cefaleia em salvas e o relógio biológico

By admin on 13 de agosto de 2009

Cefaleia em salvas e o relógio biológico

Uma das características mais marcantes da cefaleia em salvas é a sua ritmicidade, o seu componente circadiano e circanual, sazonal. Na cefaleia em salvas é comum uma predileção para um horário do dia, especialmente de madrugada (ritmo circadiano) e também a aparição das crises em certos meses do ano, determinando a flutuação sazonal, circanual.

O relógio biológico no ser humano é o núcleo supraquiasmático do hipotálamo, uma área central no cérebro. Como todo relógio, no cérebro, o relógio biológico tem o seu alarme, que ativa o sistema de dor. Na cefaleia em salvas o relógio biológico sabidamente está doente. Como consequencia do disparo do alarme do núcleo supraquiasmático, a produção de melatonina pela glãndula pineal fica perturbada, poristo a suplementação de melatonina é tão importante no tratamento da cefaleia em salvas.

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Hemicrania Continua

By admin on 3 de agosto de 2009


Descrição

Cefaléia persistente estritamente unilateral responsiva à indometacina.

Critérios diagnósticos

4.7 Hemicrania contínua

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SUNCT

By admin on 3 de agosto de 2009

 

 

Descrição

 

Esta síndrome se caracteriza por crises de dor unilateral de curta duração, muito mais breve do que aquelas vistas em qualquer outra cefaléia trigêminoautonômica e freqüentemente acompanhada de lacrimejamento proeminente e vermelhidão no olho ipsilateral.

 

Critérios diagnósticos

 

A. Pelo menos 20 crises preenchendo os critérios de B a D

B. Crises de dor unilateral, orbitária, supra-orbitária ou temporal, em pontada ou pulsátil durando de cinco a 240 segundos

C. A dor se acompanha de hiperemia conjuntival ipsilateral e lacrimejamento

D. As crises ocorrem com freqüência de três a 200 por dia

E. Não atribuída outro transtorno

 

 

Nota

 

1. A história e os exames físico e neurológico não sugerem nenhum transtorno dentre os listados nos grupos de cinco a 12, ou a história e/ou os exames físico e/ou neurológico sugerem tal transtorno, mas este é excluído através de investigação apropriada, ou tal transtorno está presente, mas as crises não ocorrem pela primeira vez em estreita relação temporal com o transtorno.

 

Comentários

 

Esta síndrome foi descrita após a publicação da primeira edição da

Alguns pacientes podem ser vistos apresentando apenas um dos sintomas, hiperemia conjuntival ou lacrimejamento, ou podem ser percebidos outros sintomas autonômicos cranianos, como congestão nasal, rinorréia ou edema palpebral. A 3.3 duraçãp

SUNCT

SUNCT 

 

Classificação Internacional das Cefaléias última década.e se tornou bastante conhecida naSUNCT pode ser uma subforma de A3.3 Cefaléia de curta, unilateral, neuralgiforme com sintomas autonômicos cranianos. A literatura sugere que os quadros que mais comumente mimetizam 3.3 SUNA), descrita no apêndice. são causados por lesões na fossa posterior ou envolvendo a hipófise. coexistindo com neuralgia do trigêm

Foram descritos pacientes em que há superposição de 3.3

Esta diferenciação é clinicamente difícil.

SUNCT e 13.1 Neuralgia do trigêmeo. Tais pacientes devem receber ambos os diagnósticos.

 

 

 

3.3 Cefaléia de curta duração, unilateral, neuralgiforme com

hiperemia conjuntival e lacrimejamento (SUNCT)

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Hemicrania paroxística episódica e crônica

By admin on 3 de agosto de 2009

3.2.1 Hemicrania paroxística episódica

Descrição

Crises de hemicrania paroxística ocorrendo em períodos que duram de sete

dias a um ano, separados por períodos sem dor que duram um mês ou mais.

Critérios diagnósticos

A. Crises preenchendo os critérios de A a F para 3.2

Hemicrania paroxística

B. Pelo menos dois períodos de crises durando de sete a 365 dias e separados

por períodos de remissão sem dor

≥ 1 mês

3.2.2 Hemicrania paroxística crônica (HPC)

Descrição

Crises de hemicrania paroxística ocorrendo por mais de um ano sem remissão

ou com remissões durando menos de um mês.

Classificação Internacional das Cefaléias

79

Critérios diagnósticos

A. Crises preenchendo os critérios de A a F para 3.2

Hemicrania paroxística

B. As crises recorrem por > 1 ano sem períodos de remissão ou com períodos

de remissão durando < 1 mês

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Hemicrania paroxística

By admin on 3 de agosto de 2009

3.2 Hemicrania paroxística

Descrição

Crises similares às da cefaléia em salvas quanto à dor e os sintomas e sinais associados, porém mais freqüentes e de duração mais curta, que ocorrem mais comumente em mulheres e respondem de maneira absoluta à indometacina.

Critérios diagnósticos

A. Pelo menos 20 crises preenchendo os critérios de B a D

B. Crises de dor forte unilateral, orbitária, supra-orbitária e/ou temporal

durando de dois a 30 minutos

C. A cefaléia acompanha-se de pelo menos um dos seguintes:

1. hiperemia conjuntival ipsilateral e/ou lacrimejamento

2. congestão nasal ipsilateral e/ou rinorréia

3. edema palpebral ipsilateral

4. sudorese frontal e facial ipsilateral

5. miose e/ou ptose ipsilateral

D. As crises têm uma freqüência superior a cinco por dia em mais da metade do tempo, ainda que períodos de menor freqüência possam ocorrer

 

 

E. As crises são completamente evitadas por doses terapêuticas de indometacina

F. Não atribuída a outro transtorno

Notas

1. A fim de se excluir uma resposta incompleta, a indometacina deve ser usada em dose contudo, para a manutenção, em geral, são suficientes doses menores.

2. A história e os exames físico e neurológico não sugerem nenhum transtorno dentre os listados nos grupos de cinco a 12, ou a história e/ou os exames físico e/ou neurológico sugerem tal transtorno, mas este é excluído através de investigação apropriada, ou tal transtorno está presente, mas as crises não ocorrem pela primeira vez em estreita relação temporal com o transtorno.

 

 

≥ 150 mg por dia, por via oral ou retal, ou dose ≥ 100 mg injetável;

Comentários

Não há predomínio masculino. O início ocorre geralmente na idade adulta, apesar de já terem sido relatados casos em crianças.

Na primeira edição, todas as hemicranias paroxísticas eram designadas como suficientes para o subtipo episódico para separá-lo, de maneira análoga, à cefaléia em salvas.

Hemicrania paroxística coexistindo com neuralgia trigeminal (síndrome HPC-tic):

Os pacientes que preenchem os critérios tanto para 3.2

hemicrania paroxística crônica. Acumularam-se evidências clínicasHemicrania paroxística

quanto para 13.1

A importância dessa observação é que ambas as condições requerem tratamento.

O significado fisiopatológico da associação não está elucidado.

Neuralgia do trigêmeo devem receber ambos os diagnósticos. 

Neuralgia do trigêmeo devem receber ambos os diagnósticos. 

Neuralgia do trigêmeo devem receber ambos os diagnósticos.Neuralgia do trigêmeo devem receber ambos os diagnósticos.

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